Já virou costume dos textos do portal dizerem que o YouTube é, atualmente, um fenômeno. Com bilhões de usuários e recheada de conteúdos, a plataforma hoje também forma novos criadores. Principalmente os mais assíduos inscritos. Através do celular, notebook, videogame ou televisão. Não importa, o YouTube é um dos principais consumos de jovens entre 10 e 15 anos de idade. Os adolescentes Archer Murray e Cady se mostravam exemplos disso no texto do NY Times. Sem o costume de assistir qualquer conteúdo produzido pela televisão, passam o dia consumindo vídeos da plataforma. Nessa realidade, a indústria televisiva tradicional ainda vive em busca de encontrar maneiras de atrair uma audiência mais jovem. Leia também: “A TV já perdeu a corrida para o YouTube”, com Richard Rasmussen Chamar youtubers para participarem de novela ou passar a exibir conteúdo originalmente da internet no horário nobre são exemplos dessa busca. E essa dinâmica entre os jovens é algo observado até pelos profissionais da empresa. Malik Ducard, chefe global de aprendizagem no YouTube enxerga isso como algo natural para a nova geração. E parte do seu trabalho é nutrir o esse relacionamento entre veículos de conteúdo. Tanto que esteve envolvido com a criação do YouTube Kids. Além de trabalhar para promover criadores com conteúdo family friendly.

Novos criadores cada vez mais jovens

De acordo com Ducard, vídeos originais voltados para um público mais jovem "sempre foram uma das âncoras do YouTube". Há também o fato das crianças atuais crescerem junto com o desenvolvimento do site. Criando uma relação mais forte não só com os youtubers. Mas também com a plataforma. Isso resulta na realidade do Ryan, que, com apenas sete anos, tornou-se o youtuber mais bem pago do mundo. Isso demonstra o surgimento de novos criadores - e cada vez mais jovens. Grande parte da cobertura de notícias do YouTube e Instagram se concentra em virais ou memes. E até em vlogs, com muitos criadores se destacando com suas opiniões e visões sobre determinado assunto. Leia também: Influenciadores devem expressar opiniões nas redes sociais? Esses estilos de vídeos - com determinadas personalidades - são inegavelmente populares. Mas não são só eles que atraem a turma mais nova.

Produção

O sucesso de muitos produtores e novos criadores reflete o charme artesanal dos vídeos. E não o refinamento profissional. Os aspectos de mídia social da plataforma ajudaram novos criadores a ganharem reconhecimento, e assim, dinheiro. E essa transição de espectadores para novos criadores acontece de duas maneiras: rápida e natural. FONTE Sobre nós A influu é o ecossistema feito para influenciadores digitais. Com foco na monetização e profissionalização dos novos formadores de opinião, a empresa se divide em três áreas: criação de conteúdo para o blog, redes sociais e YouTube, realização periódica de eventos por todo Brasil e mediação entre influenciadores e marcas para campanhas de marketing.

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Guilherme Pin

Jornalista, aspirante a crítico e roteirista de filmes, youtuber nas horas vagas e o Chandler M. Bing da roda de amigos.