A tecnologia wireless, smartphones e Realidade Virtual já fazem parte do nosso cotidiano. Contudo, há uma única tecnologia que pode mudar tudo isso e ser o verdadeiro futuro: Wearables. Mesmo que o termo já dê pistas de como funciona, ela não revela todos os detalhes. No caso, Wearables podem ser usados tanto como uma roupa ou acessório quanto ter características que conectem à outros aparelhos e internet. Mas, a tecnologia pode ser vista muito além de dispositivos separados que acompanham o smartphone. Mas sim, como uma equipe conectada que pode substituir o smartphone. Até porque, a recente geração de gadgets é bastante conhecida por trazer uma série de sensores que ajudam na organização. Além de outras possibilidades. Leia também: Aplicativos estão perto de acabar?

Mas afinal, o que é Wearables?

Embora sua definição seja muito ampla, o termo incorpora, basicamente, formas integradas com smartphones. Ou seja, dispositivos especialmente atraentes para quem deseja levar uma vida mais ativa. Nesse caso, fones de ouvido sem fio, smartwatches, jaquetas inteligentes e até colares com alguma conectividade. E sua vitória sobre os smartphones está sendo avaliada sobre a perspectiva de dois fatores.
  • Menos atrito - tempo ou etapas devem ser feitas para atingir um determinado objetivo
  • Mais imersão - interagindo melhor a vida real com as possibilidades de computação
Os smartphones ainda são equipamentos separados. O deixamos no bolso ou do nosso lado enquanto fazemos outras atividades. Dispositivos Wearables, no entanto, estão praticamente em você. Nesse caso, a conectividade é muito superior.

União Wearables

Fones de ouvido
Atualmente, é a categoria mais avançada. Esse avanço começou com o estereotipado Airpods da Apple. Enquanto isso, a concorrência sempre tentou mostrar suas vantagens. O Jabra, por exemplo, foi criado para usuários que pratica atividade de corrida. Seus informes iam desde o ritmo atual até a frequência cardíaca. O Hy, servindo como outro exemplo, foi criado com o conceito de experimentar o verdadeiro sistema sem fio. Este segmento é relativamente explorado, mas ainda com novatos tentando entrar. Existem situações em que o bom e velho conector de fone de ouvido apresenta suas vantagens. Ainda estamos tentando amenizar casos em que o Bluetooth não pode competir. Leia também: Aprenda como melhorar a captação de áudio para seu vídeo Contudo, profissionais superam os contras.
Óculos
É inevitável não citar o Smart Glass. Ainda não muito estabelecido, eles demonstram ser uma peça fundamental para tornar a Realidade Aumentada uma tecnologia convencional. Mas ainda é preciso fazer sentido. Dos dois lados. Leia também: 6 aplicativos de realidade virtual que transformam a educação Há visões otimistas sobre um futuro onde o Apple Watch e o Glasses sejam mais usados que um iPhone. Mesmo que esta ideia radical pareça fantasia, o recurso encontrado com dispositivos intuitivos capazes de tornar a tecnologia mais pessoal será muito poderoso. No entanto, os óculos de Realidade Aumentada ainda estão mais distantes. Porém, podem chegar mais cedo quanto imaginamos. O Facebook, por exemplo, é uma empresa que está apostando alto no VR. Com isso, há uma "guerra" se formando. Startups de Realidade Aumentada como Magic Leap e Thalmic Labs já iniciaram o lançamento de seus primeiros headsets e óculos. A Microsoft é considerada líder no mercado graças ao HoloLens. O Google ainda está desenvolvendo o Glasses. E a Apple já adquiriu desenvolvedores de hardware para acelerar o desenvolvimento de seus próprios fones. Diferente dos smartphone, que ficam escondidos no bolso, os óculos sempre estão de olho em algo. Isso o torna perfeito para fotografias, por exemplo.
Relógio
Enquanto fones de ouvido são - olha que surpresa - os ouvidos e os óculos, nossos olhos, podemos dizer que o relógio é o coração. Quando falamos dessa categoria, impossível não citar o Apple Watch. Até porque foi o que vendeu mais aparelhos do que toda a indústria relojoeira suíça. A Apple tem o entusiasta fitness como alvo do aparelho. E por que seja muito limitante, é melhor do que não ter nenhum alvo demográfico claro. Contudo, um smartwatch que esteja no centro de um mashup de Wearables deve ser capaz de muito mais casos de uso. Na teoria, ele pode abrigar todos os sensores de um smartphone. E até ir um pouco além. Leia também: Técnicas para melhorar vídeos gravados com celular

Futuro da tecnologia

Por mais que aparenta distancia, a evolução dos Wearables está cada vez mais próxima. E por mais que pareça, também, distante de você, essa tecnologia não só pode, como vai revolucionar o modo como produzimos e consumimos conteúdo. Se a câmera 360º conseguiu mudar um pouco a produção de vídeos, dispositivos Wearables são prováveis mudanças na nossa forma de influenciar. FONTES Fonte1 Fonte2 Sobre nós A influu é o ecossistema feito para influenciadores digitais. Com foco na monetização e profissionalização dos novos formadores de opinião, a empresa se divide em três áreas: criação de conteúdo para o blog, redes sociais e YouTube, realização periódica de eventos por todo Brasil e mediação entre influenciadores e marcas para campanhas de marketing.

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Guilherme Pin

Jornalista, aspirante a crítico e roteirista de filmes, youtuber nas horas vagas e o Chandler M. Bing da roda de amigos.