As novas tendências de mídia social que afetam usuários e marcas estão mais rápidas e fortes do que nunca. Ano passado, acontecimentos significativos envolveram as redes sociais: Facebook atraiu os usuários do Snapchat para o Instagram, Donald Trump escolheu o Twitter para comunicar posições políticas oficiais e a Apple anunciou que planeja alterar a maneira como interagimos com dispositivos móveis. No próximo ano, as mídias sociais estão preparadas para criar ainda mais rupturas de padrões. Alguns avanços tecnológicos estão se tornando convencionais e os comportamentos sociais em relação às plataformas estão mudando. Aqui estão as 10 principais tendências da mídia social para se preparar para atualizar seus próximos projetos de 2018.
Realidade aumentada
Fonte: Divulgação[/caption] Em setembro, a Apple anunciou o iPhone 8 e iPhone X. Ambos dispositivos incorporam um novo chip que permite que os telefones ofereçam aos usuários experiências de realidade aumentada. Embora essa ferramenta tenha impacto em jogos móveis de vídeo-game, é provável que as redes sociais também encontrem maneiras de incorporar a nova tecnologia. Por exemplo, é plausível que o Snapchat ou o Instagram em breve apostem em filtros que permitam que os usuários tirem selfies com amigos e celebridades projetadas através da realidade aumentada. Da mesma forma, marcas podem em breve projetar seus produtos nas páginas iniciais das mídias sociais dos usuários através de filtros especiais.
Instagram Stories
Mais de 200 milhões de pessoas usam Instagram Stories a cada mês (são 50 milhões a mais do que o Snapchat) - e a ferramenta foi criada há apenas um ano! Nessa velocidade, quase metade dos usuários do Instagram estarão usando Stories até o final de 2018. Isso significa que as marcas interessadas em se conectar com os usuários dessa mídia devem se empenhar para dominar o recurso.
Investimento no marketing de influenciadores
Mais de 90% dos comerciantes que empregam estratégias de marketing de influência acreditam que a campanha foi bem sucedida. Empresas como North Face, Hubspot e Rolex usam influenciadores e mídias sociais para se conectarem com novas audiências e melhorarem o envolvimento com o público existente. Este ano foi possível perceber que as marcas que optaram por estratégias de publicidade convencional lutaram para se conectar aos usuários de mídias sociais. No próximo ano, é provável que mais marcas adotem o marketing de influência como uma maneira de atingir o público que ignora as estratégias tradicionais.
Foco na Geração Z
Um estudo recente realizado pela Goldman Sachs (empresa americana líder de investimentos bancários) concluiu que a Geração Z (jovem com 20 anos ou menos) é mais valiosa para a maioria das organizações do que os Milennials (nascidos entre 1978 e 1998). Eles estão começando a entrar no mercado de trabalho e aumentarão o poder de compra em pouco tempo. As marcas reconhecerão isso, e direcionarão estratégias de mídia social de acordo. Espere grandes investimentos em plataformas amadas pela Geração Z, como o Instagram.
Plataformas de mensagens
Mais de 2,5 bilhões de pessoas usam plataformas de mensagens no mundo, e ainda assim as marcas ainda focam em se conectar com os consumidores apenas nas redes sociais. Em 2018, espera-se que as empresas invistam tempo e dinheiro na relação com clientes em plataformas de mensagens. Recursos como inteligência artificial, assistentes de voz e chatbots permitirão que as marcas ofereçam experiências de compras personalizadas em aplicativos como Messenger e WhatsApp.
Transmissão ao vivo
O que antes era um "truque", tornou-se grande parte das mídias sociais. Marcas grandes e pequenas começaram a usar transmissões ao vivo, conhecidas como lives, para capturar a atenção dos seguidores. A GORUCK, fabricante de mochilas e organizadora de eventos de resistência, é um exemplo de marca de médio porte que cresceu em alcance através de conteúdo atrativo no Facebook. Milhares de seguidores sintonizados para assistir a cobertura ao vivo de 48 horas de uma corrida de resistência. Fonte: GORUCK[/caption] Em 2018, mais marcas perceberão o poder das lives e incorporarão nos planos mensais de conteúdo.
Reinvenção do Twitter
O Twitter não aumentou significativamente de usuários em 2017. De fato, LinkedIn, Facebook e Instagram têm mais pessoas ativas. Este ano, o Twitter também perdeu o acesso às lives dos jogos da NFL (Liga Nacional de Futebol Americano) para a Amazon. Em 2018, é provável que o Twitter repense a forma como a plataforma opera. As possíveis mudanças no Twitter incluem a venda da empresa a investidores privados, a inclusão de algum elemento de assinatura e/ou renovação das opções de publicidade.
Vídeos em grupo
O aplicativo Houseparty é uma plataforma de vídeo para reunião de grupos usado por mais de um milhão de pessoas por dia. Ele é utilizado principalmente pelo Geração Z para "encontrar" com amigos virtualmente. A plataforma é tão bem sucedida que o Facebook está investigando maneiras de criar uma funcionalidade similar. Vídeos em grupos/ Fonte: Houseparty[/caption] O audiovisual está cada vez mais importante nas redes sociais, e as transmissões em grupos são a próxima tendência. É provável que, em 2018, o Facebook anuncie algum produto similar a Houseparty que conquistará os usuários, assim como a introdução do Stories no Instagram conquistou os usuários do Snapchat.
Facebook Spaces
O Facebook não está apenas interessado em transmissão de vídeo ao vivo. Eles estão trabalhando em um projeto chamado Facebook Spaces, que foi projetado para que os amigos se conectem em VR (realidade virtual). Como o Facebook é o dono do Oculus (empresa de hardware e software de realidade virtual), não é nenhuma surpresa que rede esteja desenvolvendo um recurso com essa nova tecnologia.
Adoção de políticas mais fortes nas redes sociais
Após as decisões controversas durante as eleições presidenciais de 2016, as redes sociais adotaram uma abordagem mais prática para administrar condutas. O Facebook recentemente transferiu milhares de anúncios que parecem estar conectados à interferência russa nos EUA, e investiu em novas formas de monitoração através de inteligência artificial e funcionários. Dada às críticas que Facebook e Twitter receberam durante 2017, é provável que essas plataformas abracem códigos de comportamento e políticas de governança que protejam as marcas de desaprovações.

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Fernanda Campos

Fernanda Campos Almeida tem 23 e é graduada em jornalismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atua como criadora de conteúdo, assessora de imprensa e fotógrafa na influu.