Já mostramos aqui no Portal Influu a importância do marketing de influência na economia digital atualmente. Ainda mais quando se trata de clientes jovens. E se você está pensando em lançar campanhas de marketing de influência, a Nimble mostrou como. A empresa lançou um infográfico com as dicas mais importantes sobre o que fazer e o que não fazer na campanha. O material foi realizado pelo CEO, Jon Ferrara, que convidou mais de 20 especialista do setor. O resultado reúne 12 práticas testadas e analisadas. E que você deve considerar antes de lançar uma campanha de marketing de influência. As dicas não abrangem só os influenciadores principais, que muitas vezes ultrapassam do orçamento de pequenas empresas. Mas vale também para micro-influenciadores, que podem trazer tanto retorno à empresa quanto os macro. Leia também: Micro-influenciadores: exemplos de cases que funcionaram No fim, o segredo é usar de forma efetiva o marketing de influência. E não desperdiçar a oportunidade com estratégias erradas.

O que não fazer

- Não assuma que sua equipe de vendas se preocupa com o alcance: Porque eles não se preocupam. Segundo Brian Carter, CEO do The Brian Carter Group, os profissionais que não tentam obter vendas, passam a questionar o valor da campanha. Isso dá problemas para manter ou aumentar orçamentos. No caso, se não conseguir acompanhar as vendas, encontre a meta mais próxima. - Não assuma que qualquer influenciador fará a campanha: Para as campanhas de marketing de influência chame influenciadores respeitados e de destaque. - Não afirme que influência é igual a popularidade: No marketing B2B, clientes querem ver mais que pessoas famosas. Eles querem ver a si mesmos - ou especialistas - no conteúdo que as marcas estão promovendo. Concentrar-se só na popularidade realmente gera reconhecimento. Mas não engajamento. - Não pense que influenciadores querem trabalhar de graça: Não pense que campanhas são trocas de favores gratuitas. Ofereça boas recompensas e o trabalho será bem feito. - Não trate colaborações como transações: Ações não são trocas transacionais. Aqui são amigos que ajudam amigos a terem sucesso juntos. Não existe fornecimento de recursos para influenciadores, sem saber que no momento que a empresa pedir ajuda, eles neguem. - Não realize microgerenciamento: Isso e constantes interferências no trabalho são o caminho certo para o desastre. Dê liberdade criativa e respeite o processo de criação.

O que fazer

- Concentre-se no ciclo de vida das vendas: Foque no seu público-alvo e no que os motiva para tomar uma decisão de compra. Procure saber em que eles estão envolvidos, e quando, como e onde agem. - Procure os especialistas: Geralmente, influenciadores são pessoas respeitadas, que utilizam as mídias digitais para interagir com as pessoas, e assim, construir oportunidades de marketing. Isso não significa que eles tenham grandes números de seguidores. Mas são pessoas confiáveis e passam credibilidade devido suas experiências. - Procure influenciadores engajados: Não foque apenas em números de seguidores. Observe a porcentagem de engajamento de cada um e construa uma ligação com o que tiver a mais alta. Esses influenciadores estão mais disponíveis. E o público estará mais aberto para consumir conteúdo com ele envolvido. - Faça ofertas vitoriosas: Pense em valores mútuos. Pense em ofertas que vão satisfazer seu cliente, já que ele está prestando um favor positivo para você. - Coloque pessoas em primeiro lugar: Só assim vem as recompensas. Quanto mais focar na criação de relacionamento de longo prazo, mas bem sucedido será seu negócio. - Deixe tudo fluir: Mantenha um relacionamento natural e descontraído com seu cliente. Isso é importante, tanto para o influenciador quanto para o público. Uma boa relação faz seus clientes enxergarem o influenciador como um amigo de confiança.

Exemplos de campanhas de marketing de influência

Como já explicamos sobre como fazer marketing de influência, é hora de analisar cases brasileiros que funcionaram. E muito bem. Sendo uma forte estratégia de mercado nos Estados Unidos desde 2015, no Brasil não foi diferente. E segue com força. A Coca Cola é um exemplo poderoso. Além de ser uma das maiores empresas mundiais, fez uma das mais fortes campanhas de marketing de influência, principalmente durante as Olimpíadas de 2016. Tanto que chegaram a criar um personagem influenciador para ajudar ainda mais. E funcionou, já que o personagem ultrapassou mais de 190 mil seguidores no Instagram. A campanha, durante o período atingiu 21 milhões de adolescentes, o equivalente a 77% da população jovem. E entenderam também o local de campanha, sendo que 90% desses adolescentes foram impactados via mobile. O vídeo da campanha também chegou a ultrapassar 30 milhões de visualizações durante o período. Leia também: Exemplo de campanha: marketing de influência com blogueiros FONTES Fonte1 Fonte2 Sobre nós A influu é o ecossistema feito para influenciadores digitais. Com foco na monetização e profissionalização dos novos formadores de opinião, a empresa se divide em três áreas: criação de conteúdo para o blog, redes sociais e YouTube, realização periódica de eventos por todo Brasil e mediação entre influenciadores e marcas para campanhas de marketing.

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Guilherme Pin

Jornalista, aspirante a crítico e roteirista de filmes, youtuber nas horas vagas e o Chandler M. Bing da roda de amigos.