Muitos youtubers argumentam que fazer collab não é uma boa opção para crescer na plataforma. Segundo eles, o melhor é crescer organicamente com o seu próprio público. Ou seja, aquelas pessoas que se inscreveram no seu canal porque gostam do seu conteúdo e dos temas que você aborda. O ponto falho dessa teoria é que uma coisa não impede a outra. A collab bem feita fará com que pessoas que gostaram de você e o que você aborda comecem a te seguir. Tudo vai depender de com quem você está fazendo essa colaboração em vídeo e qual é o assunto do canal desse influenciador. Há três tipos de collabs, um que funciona, outro que pode dar certo se bem planejado e um terceiro que até te dará público, mas que não vale a pena. E lógico, leve em consideração o público de ambos os canais envolvidos. Deve haver uma quantidade relativamente parecida de inscritos, senão o público perceberá que tem algo estanho. Mesmo tema: A mais correta e óbvia. Se ambos os canais tratam exatamente do mesmo assunto, os dois públicos têm os mesmos gostos e possivelmente grande parte das pessoas estão inscritos em ambos. Os que seguem apenas um dos dois muitas vezes é por não conhecer o outro e por isso essa collab vai ser útil. Ela vai apresentar um youtuber de qualidade para pessoas que gostam daquele tema. Nichos complementares: Semelhante ao primeiro, poderá acontecer com nichos complementares. Isso acontece com canais com temas diferentes, mas próximos a ponto de compartilharem o interesse de parte do público. Por exemplo, série e cinema, maquiagem e moda, cultura pop e cinema, do it yourself e moda, lifestyle e viagem, entre muitos outros. Temáticas diferentes: A colaboração de vídeo entre pessoas de nichos muito diferentes não será algo interessante. São públicos com interesses distintos. Mesmo que algumas pessoas se inscrevam no outro canal, elas não serão engajadas com aquele conteúdo. E esse é o objetivo da collab, aparecer para pessoas que possam gostar do seu conteúdo. Ganhar inscrito que nem assistirá aos seus vídeos é o mesmo que não ganhar nada. A única opção aqui é se for algo muito específico. Por exemplo um canal de mundo feminino e um de musica que façam um vídeo sobre as 10 melhores músicas sobre empoderamento feminino. Nesse caso, pessoas, provavelmente mulheres, que se interessam tanto por música quanto por temas relacionados à vida das mulheres podem se gostar e se inscrever no outro canal.  

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Victor Russo

Tenho 22 anos e sou formado em jornalismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Sou criador de conteúdo da influu e cubro os eventos da empresa. Amo cinema e tenho um canal no YouTube, chamado 16mm, sobre o tema. Além disso, tenho um podcast sobre NFL chamado Goatopolis.