Não há dúvidas de que o YouTube seja o campeão de audiência atual. O público que mais consome os vídeos expostos na plataforma são adolescentes e jovens adultos, entretanto, eles não são os únicos. Como o YouTube atrai atenção de tantas pessoas, era de se esperar que as crianças - que já nasceram tão conectadas com o mundo digital - se sentissem interessadas pela plataforma e por seus vídeos. Em uma era na qual cada vez menos conteúdo infantil é exibido na televisão, as crianças se sentem cada vez mais atraídas pelos youtubers e isso gerou um grande debate: afinal de contas, o YouTube também deve ser submetido à classificação etária? Existe um limite no conteúdo dos youtubers?

Os Argumentos

Atualmente, no Brasil, todos os filmes, séries e jogos precisam ser avaliados pela Secretaria Nacional de Justiça - a equipe que analisa é formada por advogados, psicólogos, especialistas de mídia e professores - antes que eles sejam lançados. Ou seja, o YouTube é a única mídia cultural que não precisa ter a classificação de idade definida e, por isso, é a única que está sendo alvo das discussões. O objetivo da avaliação é definir quais conteúdos se adequam à visão infantil, sem fornecer informações e imagens que eles ainda não estão preparados para acessar. Ao mesmo tempo que existe um consenso a respeito do direito de liberdade de expressão e da liberdade de criação do artista, também existe a defesa da ingenuidade infantil. Porém, há uma questão que precisa ser respondida antes de todas essas: De quem é a responsabilidade do conteúdo consumido pelas crianças, dos pais ou dos youtubers? Enquanto alguns defendem que os responsáveis pelos pequenos precisam observar e definir o que pode ser assistido por seus filhos, há pessoas, como Regina de Assis - doutora em educação pela Universidade de Harvard - que defendem que os criadores de conteúdo tem uma responsabilidade social a partir do momento em que sabem que crianças assistem ao seu canal. Mesmo que se defina que a responsabilidade sobre o que as crianças assistem na internet deve ser dividida entre pais, influenciadores digitais e o governo, não se pode esquecer que a palavra final a respeito do que os pequenos assistirão depende da decisão dos responsáveis por eles. Apesar de a responsabilidade dos pais não ser eliminada, pode ser que o fato de existir uma classificação etária os ajude a decidir quais são os conteúdos que seus filhos podem assistir. Sobre nós A influu é o ecossistema feito para influenciadores digitais. Com foco na monetização e profissionalização dos novos formadores de opinião, a empresa se divide em três áreas: criação de conteúdo para o blog, redes sociais e YouTube, realização periódica de eventos por todo Brasil e mediação entre influenciadores e marcas para campanhas de marketing.

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    Fonte: https://oglobo.globo.com/sociedade/governo-estuda-estender-classificacao-indicativa-para-conteudos-da-internet-22616672      
Thaís

Thaís Dias do Carmo tem 24 anos, é formada em Letras português/italiano na USP e também é atriz. Na Influu atua na área de criação de conteúdo.

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