Saiba quais são os mitos e verdades sobre marketing de influência


Nem tudo o que se fala sobre marketing de influência é necessariamente verdade. E justamente por isso, dentre muitas coisas ditas estão os famosos mitos.

Isso pode acontecer porque essa modalidade de marketing é relativamente recente. Afinal, não faz muito tempo que as redes sociais se popularizaram a ponto de fazer parte do dia-a-dia das pessoas.

Neste post explicaremos melhor o que é mito e o que é verdade quando se trata de trabalhar com influenciadores digitais. Confira a seguir.

Mitos e verdades no marketing de influência

❌ Criador de conteúdo é influenciador

Um erro bastante comum é dizer que criadores de conteúdo são influenciadores. Eles podem até influenciar, mas isso não significa que um termo seja sinônimo do outro.

Essa diferenciação é feita porque uma coisa é criar conteúdo para as redes sociais. Afinal, nesse caso, a pessoa é responsável por desenvolver formatos, posts, vídeos etc para as redes sociais. Já o influenciador digital precisa, antes de qualquer coisa, influenciar. Ou seja, o conteúdo postado por ele deve gerar interação com o público.

Claro, há influenciadores que têm certo receio do termo influenciador e por isso se denominam criadores de conteúdo. No entanto, uma análise do engajamento desses perfis pode facilmente dizer quem é quem.

✅ Influenciador digital é uma profissão

Apesar da internet se tornar cada vez mais popular e acessível, assim como as redes sociais, ainda há quem duvide que seja possível trabalhar seriamente com elas. E por isso é comum que influenciadores se queixem de ouvir frases como ‘quando você vai começar trabalhar de verdade?’

É realmente frustrante não ter reconhecimento do trabalho feito, ainda mais quando isso parte de pessoas próximas, como familiares e amigos. No entanto, os influenciadores têm se destacado e o marketing de influência é prova disso.

Inclusive, o tema está sendo inserido na teledramaturgia, como é o caso da novela A Dona do Pedaço. Ou seja, a profissão caminha para ser cada vez mais conhecida, mesmo por pessoas que não sejam heavy users de redes sociais.

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❌ Comprar seguidores é uma boa forma de começar

Essa é uma das dúvidas mais comuns quando se fala em mitos e verdades sobre o marketing de influência.

A influência nas redes sociais é resultado de trabalho constante, o que pode levar tempo. Por isso apressar esse processo da construção de um perfil confiável e influente nas redes sociais com a compra de seguidores pode ser um erro fatal.

E isso porque as redes sociais passam constantemente por atualizações que têm o intuito de aumentar a permanência dos usuários nelas. E por isso os processos que são associados a ação de falsos perfis tendem a ser descartáveis, já que não correspondem a usuários reais.

Então, esse é claramente um mito quando se fala em marketing de influência.

Leia também: Comprar seguidores: por que isso não ajuda quem quer ser influencer?

✅ Collabs ajudam a crescer nas redes sociais

A união faz a força. Assim como esse lema vale para música e o universo pop, também se aplica ao trabalho dos influenciadores digitais.

E uma prova disso são as inúmeras possibilidades de cocriação. Você provavelmente já deve ter visto desde vídeos nesse estilo no YouTube até lives conjuntas no Instagram. Afinal, formatos não faltam, independente da rede social escolhida.

As collabs ajudam porque envolvem alguns pontos, como:

  • público – elas permitem unir duas bases sólidas de fãs para acompanhar os conteúdos;
  • engajamento – possibilitam visibilidade para um público altamente engajado, que interage – seja com views ou likes – com o material;
  • autoridade – as pessoas seguem influenciadores porque se identificam com suas opiniões e estilo de vida. Por isso conferem a eles autoridade para indicar o que comprar e até mesmo novas pessoas para seguir nas redes.

❌ Quantidade de seguidores é tudo

Outra dúvida comum quando se fala em mitos e verdades sobre o marketing de influência. Muito se engana quem acredita que as marcas e agências estão apenas atrás de números de seguidores nas redes sociais. Afinal, de contas, o que realmente importa é quantas pessoas um influenciador é capaz de engajar com seu conteúdo.

Por isso, os números que realmente importam são das pessoas que curtem, comentam, respondem perguntas que o influenciador faz… ou seja, quem demonstra interesse no que um influenciador mostra ou indica nas redes.

Assim, em ações – sejam elas pagas ou espontâneas – esse poder de influência é provado. Seja em stories onde marcam perfis que ganham vários seguidores quase que instantaneamente ou mesmo em recomendações de produtos, cuja procura aumenta após serem mencionados em um perfil influente.

Há diferentes formas de colocar o poder de influência à prova.

✅ Marcas e agências estão de olho nos influenciadores

Se você acha que aquilo que influenciadores fazem passa batido, está muito enganado. Afinal, para o marketing de influência, manter uma boa reputação nas redes sociais é imprescindível.

Por isso marcas e agências acompanham de perto os passos dos influenciadores nas redes sociais e até mesmo na mídia. E isso acontece tanto no dia-a-dia quanto antes de selecionar os perfis para campanhas.

Na rotina do marketing de influência é uma realidade que influenciadores sejam negados por marcas após terem se envolvido em polêmicas.

No entanto, isso pode acontecer nos diferentes momentos de uma campanha. Por exemplo, se a polêmica acontece ainda na fase do planejamento, o influenciador pode ser substituído por outro mesmo se já tiver enviado seu orçamento. E, caso a polêmia estoure antes da execução de um job, isso pode impactar no cancelamento de parcerias e projetos.