Mulheres nas propagandas – estudo acaba reforçando o marketing de influência


Mulheres nas propagandas

Como é possível ter mulheres nas propagandas? Propagandas com rostos femininos são mais eficazes? O que falta para aumentar as vendas?

A Associação Nacional de Anunciantes dos EUA – Association of National Advertisers (ANA) – possui uma iniciativa chamada SeeHer – ou veja-a. A máxima do projeto é “se você pode vê-la, é ela quem você deseja ser”.

Como já se sabe, a mulher tem um papel cada vez mais importante no mercado de trabalho. Portanto, elas também possuem uma grande papel como consumidoras.

Por isso, faz muito sentido procurar formas de agradá-las na publicidade. Como um ótimo meio de representatividade, pode-se pensar em ter mais mulheres nas propagadas. Entretanto, também é preciso entender que só isso não é o suficiente.

O estudo

Apoiado pelo instituto Geena Davis, a ANA analisou eletronicamente cerca de 2000 publicidades. O que isso revelou?

  • Os homens apareceram duas vezes mais em propagandas;
  • Um quarto das propagandas só tinham homens;
  • Eles tinham três vezes mais diálogos.

Esse estudo acaba complementando um outro realizado pela ANA em 2017. Neste, é possível relacionar a presença feminina em propagandas com o aumento das vendas. Ou seja, se elas são mais representadas, os produtos são mais vendidos.

E o que o marketing de influência tem a ver com isso?

O marketing de influência é uma forma excelente de mudar o cenário. Afinal de contas, você contrata um número de influenciadores que pode ser mais equilibrado.

Além disso, não tem chance de você dar mais voz para um influenciador do que pra outro. Lembre-se que o influenciador vai falar no próprio canal e vai criar o próprio conteúdo.

Portanto, vale muito a pena investir no marketing digital para garantir a igualdade entre os gêneros. Vale lembrar que a representatividade tem um papel fundamental nas vendas.

Por isso, também se torna fundamental o uso do marketing de influência. Pois, se as celebridades apresentam corpos inatingíveis, os influenciadores se apresentam de uma forma muito mais próxima à realidade.

Fontes 1 e 2