Modelo Virtual – aposta da Amaro


Estamos em quarentena. Isso é um fato, por mais que nem todo mundo respeite. Entretanto, a maioria das marcas estão lidando com fato de que as pessoas não podem sair de casa. Por isso, a Amaro lançou uma modelo virtual.

A Amaro é uma fashiontec. Ou seja, uma marca do ramo da moda, mas não uma empresa comum, pois também busca novas tecnologias para desenvolver o trabalho na área.

Como toda empresa do ramo da moda, a Amaro faz uso de modelos para sessões fotográficas. Entretanto, isso ficou impossível por causa da pandemia.

Portanto, a Amaro precisou se reinventar e usou a tecnologia para isso. Como? Com a criação de uma modelo virtual.

Mara – a modelo virtual da Amaro

A Mara é fruto de uma parceria entre a Amaro e a produtora digital Big Studios. Por enquanto, ela é apenas um avatar que vai interagir por textos, mas a ideia é que ela atue como uma interface de inteligência artificial.

Ou seja, ela deve agir como as outras influenciadoras virtuais. No Brasil, a mais famosa delas é a Lu, do Magazine Luiza.

No Instagram da Amaro aconteceu uma apresentação dessa persona. Ela “é taurina, é mãe de várias plantas, ama sapatos e adora vídeos de cachorros”.

Segundo a diretora de criação da Amaro, Luciana Cardoso, a Mara vai se desenvolver:

” A modelo virtual foi projetada para atender às demandas da equipe de marketing e produtos para a criação das campanhas em tempos de isolamento social. Mas a segunda etapa é inevitavelmente a de uma personagem virtual, que vai se comunicar com o público em todas as plataformas”.

Você pode saber mais sobre a Mara, aqui.

Influenciador Virtual

Os influenciadores virtuais estão se tornando cada vez mais comuns. Além das que foram criadas para serem embaixadoras de marcas – como a Lu e a Mara – há também as influenciadoras como a Miquela – que é cantora e tem contrato com uma agência.

Em tempos como os da Covid-19, elas se mostram muito funcionais. Mas também podem ser utilizadas em outras épocas.

Por isso, também é importante que os digital influencers “reais” cuidem do seu conteúdo e da própria imagem. Afinal, se as marcas perceberem que o convênio com influencers está difícil por causa dos escândalos que eles podem causar, aí as influenciadoras virtuais podem se tornar uma opção muito melhor.

Fontes 1 e 2