Marketing digital já supera as agências tradicionais de publicidade


Agências publicitárias tradicionais estão perdendo lugar no mercado. O avanço da tecnologia faz o marketing digital crescer e vai fazer sua empresa progredir ainda mais.

Metade da população já tem um smartphone. Segundo a Contentools, 2,5 bilhões de pessoas estão conectados nas redes sociais. Nisso, o foco da publicidade passa a ser na linguagem e no ambiente certeiro. A realidade das grandes agências já é preocupante.

O artigo cita a renunciamento de Martin Sorrell do cargo de CEO do WPP. A empresa é a maior companhia de publicidade do mundo. Neste mesmo ano, a WPP anunciou ter sofrido a maior queda em suas ações desde 1999.

Com o pensamento ainda preso na publicidade clássica, agências perdem espaço para as estratégias digitais. O conglomerado Mondelez, por exemplo, cedeu à mudança. Laura Henderson, head de Conteúdo e Monetização de Mídia, declarou ao site: “No ponto crucial desse modelo está uma mudança de foco – ao invés de publicidade tradicional de campanha televisiva de 30 segundos, devemos nos concentrar na criação de conteúdo que gere dinheiro e chama a atenção”.

A criação de conteúdo é o objetivo do marketing digital e de influência.

O Futuro do Marketing Digital

Ainda que exista a discussão sobre uso de dados de usuários, estamos passando por um período de transição. Os números das redes sociais são altos.

O objetivo agora não é só atingir grandes públicos, mas em engajá-los. Youtubers, instagramers e blogueiros seguem com suas ações. E mostram que o cenário publicitário pretende mudar a qualquer momento.

Com o surgimento de novos sistemas para as redes sociais, a publicidade consegue ainda mais informações para estudar seu público. Análises de usuários, assuntos mais comentados, memes do momento. Fatores como esses servem de chave para o marketing desenvolver seus novos projetos. A procura atual não está só em produzir bom conteúdo, mas criar algo engaje de verdade.

Não é à toa a presença de influenciadores digitais em propagandas diversas. O custo passa a ser outro fator importante. O investimento em televisão envolve produções, horários, artistas, taxas. Já redes sociais, além de conseguir atingir com mais precisão o público, o investimento é mais baixo. E ainda precisão similar.

O que serão das agências tradicionais?

Como tudo exige adaptação, o futuro está nas próprias mãos das agências. As que ainda permanecem com ideologias do passado, tendem a cair.

Hoje quem dita as regras da publicidade são o Google e Facebook. Duas grandes empresas modelos que vendem a ideia de imaginação e entregam negócios e um trabalho mais descolado e jovial.

A solução continua sem fórmula concreta, mas vale a adaptação. É investir em diversidade e desconstruir um modelo de negócio que vem dominando há anos. O que sobra às agências digitais é: estudar e conhecer, não só o cenário e público, mas as novas estratégias digitais.

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