Live de vendas – um novo sucesso na China


Live de vendas é uma novidade. Mas essa pode ser uma nova tendência da internet. Na China pelo menos essa prática tem feito muito sucesso.

Esse novo modelo é uma revolução na internet. Entretanto, é uma espécie de reciclagem do que é feito na televisão há muitos anos. Até hoje na televisão brasileira existem canais em que se pode ver a venda de produtos.

Um apresentador vende e, se você quiser, pode comprar pelo telefone. Eles ainda anunciam promoções que parecem ser imperdíveis e que têm a duração do programa.

Por isso, com a pandemia, os chineses encontraram um novo mercado na internet.

Pandemia e comércio

Com o avanço da Covid-19, o comércio se deparou com um crescimento exponencial do e-commerce. Por isso, muitas empresas precisam criar suas página online às pressas.

Segundo a ABComm – Associação Brasileira de Comércio Eletrônico – desde o começo da pandemia, o número de lojas abrindo comércio eletrônico no Brasil aumentou em 400%.

Além disso, as empresas que ainda não faziam marketing digital precisaram se reinventar nessa época. Afinal, não é mais possível fazer campanhas na televisão, com atores e produção.

Por isso, no Brasil – e no resto do mundo – as empresas precisaram aceitar a inovação do marketing, partido para o digital marketing e o de influência.

Live de vendas

A live de vendas funciona da mesma forma que os programas televisivos. Chamado de “live commerce”, ele conta com influenciadores e celebridades. Durante muitas horas por dia – a live pode ter até 16 horas – eles oferecem produtos, testam e comentam os aspectos de cada produto.

Obviamente, o link para compra dos produtos ficam na tela do celular do usuário o tempo todo.

As maiores plataformas de streaming da China – que controlam 80% do mercado chinês – são:

  • Taobao Live (Alibaba);
  • Douyin (TikTok);
  • Kuaishou (Kwai).

De acordo com o Alibaba, 300 mil lojistas fazem lives diárias em sua plataforma. Estima-se que, em 2020, esse método será responsável por US$ 123 bilhões em vendas.

Será que também vai virar tendência no Brasil?

Fontes: 1e 2