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Influenciadora responde na justiça após golpe de loja parceira

Uma influenciadora digital foi condenada depois que uma loja para a qual fez publi deu um golpe em uma de suas seguidoras. Isso aconteceu porque a ganhadora acionou a Justiça após não receber seu produto.

No post de hoje, entenda exatamente o que aconteceu e como a influenciadora acabou sendo punida.

Influenciadora responde por golpe

Fazer publis é algo que todo influenciador quer. Afinal, rentabilizar com o trabalho na internet é o objetivo de muitas pessoas que criam conteúdo para as redes sociais.

No entanto é imprescindível se certificar de que a marca com a qual se fecha um job tem, de fato, uma boa reputação. Ou melhor, é indispensável saber se a empresa não está querendo aplicar um golpe. E é exatamente sobre isso que trata o exemplo se hoje.

A influenciadora Virginia Fonseca, que também é modelo e atriz, acabou sendo condenada judicialmente por ter fechado uma parceria com uma loja golpista.

A história começou há um ano atrás, em agosto de 2019. De acordo com o colunista Ricardo Feltrin, a influenciadora teria feito o famoso publi para uma empresa de venda de celulares.

Devido ao post, uma seguidora de Virginia comprou um iPhone8 Plus. No entanto, ela nunca recebeu o produto.

Caso levado à Justiça

A consumidora era Carina Calvano Cirino. E, após não receber o celular, iniciou uma ação para não sair no prejuízo.

Foi assim que a Carina descobriu que se tratava de um golpe que estava sendo aplicado na internet, em diversos lugares do país.

Ao levar o caso à Justiça, Carina também pediu indenização por danos morais. Entretanto, o Juizado Especial Cível de Barra Mansa negou.

Dessa forma, Virgínia Fonseca foi condenada a pagar o valor de R$ 2.639,90 à autora da ação.

Isso aconteceu porque o entendimento foi de que o trabalho de Virgínia Fonseca implica expor produtos de outras pessoas para venda, através de seu perfil. E, por isso, esses itens estariam sob sua “indiscutível influência”.

Ainda segundo o entendimento do Juizado, sem a influenciadora digital, Carina não teria decidido pela compra o celular. E isso justamente porque foi por meio das redes sociais de Virgínia que a autora da ação sobre da oferta.

Além disso, como a atividade gera lucro para a influenciadora digital, caberia a ela responder pelos danos da ação.

Virgínia recorreu, mas seu pedido foi negado.

E você, o que achou disso tudo? Concorda com a punição da influenciadora?

Fonte

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