Influenciador morre aos 21 anos, vítima de covid-19


O novo coronavírus ainda está longe de deixar de ser uma ameaça. Enquanto alguns países debatem a possibilidade de retomar o lockdown, o vírus segue fazendo vítimas. E dentre elas está um influenciador digital de 21 anos, que morreu por covid-19 no começo desta semana.

Neste post, falamos mais sobre o influenciador e, além disso, abordamos o mito de que o coronovírus é fatal apenas para os mais velhos. Confira.

Influenciador morto por covid-19

Com apenas 21 anos, o influenciador digital Gabriel Lorenzo morreu vítima de covid-19. Engajado em causas sociais, ele era conhecido graças a sua atuação no projeto social “Anjos do Bem”, em Rondônia.

No entanto, no dia 10 de setembro, Gabriel informou aos seguidores que tinha testado positivo para o novo coronavírus. O aviso feito pelo seu perfil no Facebook pedia por orações. Além disso, o influenciador dizia a todos que já estava internado há alguns dias.

Gabriel Lorenzo ficou internado em um hospital de Porto Velho, na UTI. No entanto, infelizmente ele não resistiu. A morte foi confirmada pela Seasau (Secretaria Estadual de Saúde).

Os seguidores prestaram homenagens nas redes sociais do influenciador, deixando mensagens de carinho e apoio à família.

Covid-19 faz vítimas jovens

A morte do influenciador chama atenção para um mito que ronda o novo coronavírus: a idade das vítimas.

Algumas pessoas acabam negligenciando os cuidados necessários para a prevenção por acreditarem não fazer parte do grupo de risco. Entretanto, é importante ressaltar que apesar da maior parte das vítimas fatais ser idosa, ainda há casos de jovens morrendo de covid-19.

Isso acontece porque ainda se trata de um vírus novo, que vem sendo estudado. Inclusive, a mídia noticiou recentemente a mudança do grupo de risco, no Rio de Janeiro. Os especialistas chamavam atenção para o fato de jovens adultos estarem sendo infectados.

“Houve uma mudança no perfil da doença. No início, víamos a população mais idosa, um número maior de infectados e quadros mais agudos. Agora, começamos a ver mais jovens, achando que não são vulneráveis e estão nos bares, nas praias… E também aqueles que voltaram a circular, muitos a trabalho, seja num emprego formal ou informal. Com as pessoas mais expostas, a transmissão se mantém ativa, o que deve perdurar por algumas semanas ou até meses”, explicou o infectologista Alberto Chebabo, da UFRJ, ao portal IG.

Ou seja, ainda é preciso ter cautela. Por isso, faça o que estiver ao seu alcance para se proteger e também aos que estão ao seu redor.

Fontes: 1, 2 e 3